Como estamos preparando a invasão do Irã e da Síria

Como enganar bilhões de pessoas em todo o mundo para justificar a nossa próxima invasão do Irã e da Síria.

Cornelius McNammara ( no site www.we.org )

Primeiro, conseguimos um “produtor” cinematográfico, de preferência, israelense. Para irritar bastante os árabes e muçulmanos em todo o mundo.

Depois, encomendamos a ele um “filme amador” xingando e ridicularizando o maior profeta da segunda maior religião do mundo, seguida por 100% dos habitantes dos países onde se encontram as maiores jazidas conhecidas e em exploração de petróleo. E colocamos o filme no Youtube.

Depois contratamos duas gangues para fazer uma “manifestação” contra o filme do israelense em frente da embaixada americana na Líbia e depois em vários lugares.

Na Líbia, onde ordenamos o linchamento de Kaddafi, contratamos uma das gangues formada por manifestantes mesmo, gente sem emprego, sem perspectiva e fanatizável por qualquer troco.

A outra gangue, contratamos uma formada de assassinos, destas que “trabalham” para nós como “rebeldes” nas “primaveras árabes” que produzimos pelo facebook e pelo twitter, daquelas que lincharam o Kaddaffi.

Depois “aproveitando a manifestação”, ordenamos que a gangue de assassinos invada a nossa própria embaixada.

E mate o nosso próprio embaixador.

Lógico, tomando o cuidado de, antes, garantir que o maior país do mundo em potencia bélica não possa fazer nada em termos de segurança de sua embaixada…

Está pronto!

Ficamos como vítimas outra vez!

E podemos preparar nossa invasão da Síria e do Irã, marcada para ocorrer logo depois dos bombardeios preventivos de Israel aos dois países.

Assim como ficamos de vítimas em Pearl Harbour, quando nossos radares "Não viram" enormes esquadrilhas vindo durante mais de oito horas no meio do nada.

Ou como na explosão do encouraçado “Maine” no porto de Havana em 1895, da qual culpamos os espanhóis, tomando-lhes Cuba, Filipinas, Puerto Rico e um monte de outros territórios.

Tal como fizemos no Golfo de Tomkin, em 1965, onde acusamos duas pequenas lanchas vietnamitas de "atacar"nossos destroiers e começamos a Guerra do Vietnam.

Tal como fizemos nas Torres Gêmeas em 2001, onde contratamos a AL Qaeda, que trabalhou para nós no Afganistão contra os russos e agora trabalhou para nós na Líbia, na Síria, etc.

E tal como fizemos nos 189 casos, conforme registra a wikipedia, nos quais montamos pequenos incidentes para justificar as 189 guerras, invasões, bombardeios atômicos e convencionais e matanças que fizemos ao longo de nossa história. Cópias, na verdade, daqueles incidentes preparados pelos Templários ingleses, que disfarçados de árabes atacavam cristãos peregrinos à caminho de Jerusalém, que tão bem foram reproduzidos no filme "A Cruzada", de Ridley Scott…, para justificar as guerras de conquista e o roubo de tesouros…

Incidentes bem preparados, baratos, óbvios até, mas que enganaram tanta gente mundo a fora, durante tantos anos, contando é claro com o auxilio da mídia que compramos em todo o mundo, operada por "familias" amigas nossas…

Incidentes que nos renderam quase duas centenas de guerras de altíssimo lucro, onde vendemos tantas armas aos governos, pagas pelos contribuintes.

E através das quais conquistamos tantos territórios, tantas reservas de petróleo, ouro, etc

Incluídas neste número, é claro, já estão as 86 guerras declaradas por nosso Senado contra “nações indígenas” dentro de nosso próprio território, durante a conquista do "Velho Oeste", onde limpamos a área destes outros tipos de bárbaros..

Vítima também sairá o “pobre” produtor cinematográfico, bem como seu país, que enviará coroas de flores e cumprimentos aos familiares dos diplomatas, no melhor estilo “Corleone” , antes de mandar seus aviões bombardearem Damasco, Aleppo, Teheran, com as bençãos e as orações de todo o mundo civilizado ocidental…

No papel de algozes, réus, assassinos, bárbaros e criminosos ficarão todos os que sigam a religião islâmica, facilitando nossas novas e planejadas invasões ao Irã, à Síria e a qualquer país que desejarmos derrotar para obter o petróleo e a riqueza que desejarmos, empregar as armas que fabricamos e colocar nos governos os amigos que quisermos.

Simples assim.

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