Um outro Olhar: Conflito na Síria

from IAnotícia by claud

Bandeira da Síria

O governo do Presidente Bashar Al Assad, eleito democraticamente, com o apoio da sua população, e usando as prorrogativas que a sua Constituição lhe outorga, prossegue na sua luta de eliminar os grupos armados insurgentes de todos os redutos onde possam estar entrincheirados dentro da Síria.

Neste início de semana, a ofensiva dirigiu-se a Daraya, onde os rebeldes haviam estabelecido um grande arsenal dentro da cidade.

Situada à sudoeste da capital da Síria e próxima do aeroporto militar Mezzé, Daraya era um dos pilares de apoio à oposição na região metropolitana de Damasco.

Tropas do governo cercaram o bairro e criaram postos de controle, impedindo a entrada de alimentos e outros suprimentos, disseram moradores. A eletricidade, a internet e o serviço de telefone foram cortados.
No meio da semana, centenas de soldados sírios entraram na cidade, apoiados por tanques e caminhonetes com metralhadoras. Soldados e milicianos do governo inicialmente enfrentaram forte resistência do Exército Livre Sírio, mas retomaram o controle de Daraya na sexta. Sem sombra de dúvida, aconteceram um grande número de baixas de ambos os lados do conflito.

Mas o Exércíto Sírio conseguiu o controle daquele subúrbio e destruiu a base de operações táticas dos rebeldes. Foi o bastante para que as agências internacionais replicassem : que “mais um massacre foi perpetrado pelo Exercito Sírio….” Inflama-se a tensão internacional e cada um dos atores emite a sua condenação.

O aumento da pressão internacional à Síria acontece um dia após o Observatório Sírio de Direitos Humanos, grupo opositor sediado em Londres, denunciar, o que eles chamam de o “maior massacre dos 17 meses de confrontos na Síria.”

Segundo as diferentes fontes creditadas pela mídia ocidental temos números que variam de “ 13 corpos encontrados, a 30 mortos, a 34,mortos, a 70 em toda a Síria,ai vem os absurdos de 300, 330 e depois 500….As fontes são sempre: OSDH(Londres), Presidente do Conselho Nacional Sírio (Istambul) ou CCLque são os informantes locais da oposição,seguida sempre da desculpa:

O balanço é impossível de ser confirmado por fontes independentes pelas restrições impostas pelas autoridades sírias à imprensa.¹”

Esta última frase é totalmente falsa. Todo analista político, jornalista ou cidadão um pouco interessado no desenrolar dos acontecimentos na Síria pesquisou fontes alternativas confiáveis, por exemplo:

– Land Destroyer ‏ @LandDestroyer (excelente site)
Land Destroyer Report: Geopolitical analysis delivered from Southeast Asia. mirror site:: http://landdestroyer.wordpress.com

-Tom Feeley ‏ @tomfeeley(excelente site) Information Clearing House – News You Won’t Find On CNN – This website has been described by John Pilger as having a wonderfully free rebellious spirit

– CounterPsyOps ‏ @CounterPsyOps(http://counterpsyops.com/ excelente)
A new hole in the propaganda matrix
– WebsterGTarpley ‏ @WebsterGTarpley (Americano anti NWO – apóia o senador republicano RonPaul – que tem feito declarações fortíssimas contra os EUA, no que tange a Síria e Irã )

– Aziza ‏ @Aziza23(não sei se homem ou mulher, nem onde mora – uma das fontes mais valiosas de pesquisas de mídia que encontrei – muitos no Twitter tb o/a elogiam) All the news that’s fit to print. All the opinions that aren’t…. #Egypt #Syria

Muitos destes Twiteiros internacionais, alguns moram na Síria, ou tem parentes lá, muitas vezes vão até o necrotério para saber o número de mortos. Checam informações com os parentes das vítimas e nas cidades de origem do conflito.

Estes twiteiros, são jornalistas independentes, que questionam as notícias oficiais seja da oposição seja do governo. Muitos, como nós aqui no Brasil, tem um senso crítico e analisam todos os dados e chegam às próprias conclusões: Os dois lados do conflito estão extrapolando. Mas um dos lados é o governo legítimo, responsável por manter a segurança de seus cidadãos, e o outro é o de gangues pagas para se infiltrar no meio do núcleo da população civil, para instaurar o caos no país e a insegurança em sua população.

Com isso não estou negando que exista sim uma oposição ao governo. Sim existe e é legítima, e considerada pelo Presidente Bashar Al Assad como legítima. Esta oposição ocupa hoje o ministério da Reconciliação Nacional, cujo ministro é Ali Haidar, que perdeu o seu filho assassinado por gangues da oposição mercenária, comprada e que presta um deserviço `a Síria e à sua população.

A responsabilidade por estas mortes é daqueles governos que apóiam uma oposição irresponsável, desagregada, que não tem projeto, não tem programa. É aquilo que chamo de oposição pela oposição, sem um plano de ação, sem metas, sem projetos. Uma oposição que se enfrenta entre si e rejeita um projeto laico para a Síria.

Querem uma oposição coesa? Os EUA há 7 anos financiam uma oposição e até hoje não conseguiram que este saco de gatos pudesse sentar á mesa e dialogar. O dinheiro gasto com os opositores no exterior, mais de 12 milhões de dólares, mostra o tipo de elementos nos quais eles apostaram.

Querem governar a Síria do exterior, dos EUA e da Europa! Ora, quem conhece o problema interno da Síria é o seu povo e são aqueles que lá vivem e convivem.

Quem pagou e armou estas gangues para destruir a Síria deverá ser levado para o Tribunal Penal Internacional.

E esta lista de países é liderada por: EUA, OTAN, Turquia,Qatar e Arábia Saudita.

Eles são os responsáveis pelo banho de sangue no qual está imersa a Síria.

O Governo Sírio está chamando ao diálogo; a China está disposta a mediar este dialogo; o Irã está sediando a Reunião dos Países não Alinhados; e a Rússia está intimamente envolvida em encontrar uma solução para o conflito…

Em entrevista² concedida pelo Presidente Bashar Al Assad, e da qual foi veiculado um script³ , um pouco antes de finalizar este artigo, diz que o Presidente:

“admitiu que seu regime ainda não venceu a batalha contra os rebeldes e que precisa de mais tempo.”…

“Posso resumir em uma frase: avançamos, a situação no campo de batalha é melhor”

.Assad ainda comentou a idéia da criação de uma zona de segurança na Síria para receber os refugiados, que foi citada pelas potências ocidentais. Mas afirmou que a iniciativa não é realista.

O presidente sírio ainda minimizou as deserções que abalaram o regime nos últimos meses, ao declarar que o país ficou “limpo” de pessoas desprovidas de patriotismo.

¹- Folhapress

:²- Assista na integra na TV ADDOUNIA :televisão privada da Síria,

³-RESALE EDITORIAL : em 29 de agosto de 2012.

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